Produtos para Maquiagem Artística e de Efeitos Especiais

Em 10 de julho de 2015   Arquivado em Cinema
Já falei aqui um pouquinho sobre o curso de Cinema e sobre um curso de Maquiagem Artística e de Efeito Especial que eu fiz, e como gosto muito disso e é a área que quero seguir em Cinema, e como prometido, vim falar pra vocês um pouquinho sobre os materiais e produtos usados para fazer esse tipo de maquiagem. Para quem perdeu o outro post clique aqui para ver. Alguns são bem comuns, outros você provavelmente nunca viu na vida.
Massa Moldável e Cera
Parece massinha mas não é brinquedo não. Essas maravilhas da maquiagem podem cobrir sobrancelha, fazer cortes, cicatrizes, queimaduras, pele rasgada e muitas outras coisas bonitas como estas. Existem dois tipos, a massa moldável, que é uma massinha mais dura, precisa mexer ela um pouco para amolecer, e para ajudar a aplicar e puxar ela na pele pode-se usar óleo e espatula. A cera é uma massa mais mole e misturada com algodão desfiado, eu acho ela um pouco mais fácil de mexer por ser mais fácil de moldar. As duas grudam na pele sem auxílio de nenhuma cola e podem ser compradas em diferentes cores de pele e vermelha. O preço de cada uma delas varia de acordo com a marca, a Colombina custa R$21,00 (25g), Catharine Hill R$23,00 (25g) e as importadas de $4.79 a $18.99 (de 1 oz. até 7oz.).

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Minions no McDonald’s

Em 18 de junho de 2015   Arquivado em Cinema, Gastronomia
Quem gosta dos Minions levanta a mão! Agora quem gosta de batata e sorvete! Agora levanta o corpo todo e sai correndo pro McDonald’s quem gosta dos dois! kkk!
O McDonald’s lançou um sorvete que imagino eu ser de baunilha com calda e tortinha de Ba-na-na e as Ba-ta-tas fritas em forma de Minions. Ah para né!? Coisa mais fofa do mundo!
Além disso os brinquedos do McLanche Feliz também são os personagens do filme Minions, Filme que está com lançamento previsto para Julho e conta a trajetória desses bichinhos amarelinhos ao longo do tempo para conseguir servir um vilão.
Os brinquedos foram inspirados nas épocas e nos vilões que os Minions serviram, ou pelo menos tentaram. Então vamos parar de enrolar e vocês fiquem conhecendo cada um deles enquanto eu vou ali dar um pulinho no McDonald’s porque eu já quero um monte!

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Photoshoots

Em 03 de dezembro de 2014   Arquivado em Cinema, Fotografia
Esse semestre tive que fazer dois ensaios fotográficos nas aulas de Introdução a Fotografia, fiz um com uma boneca que tenho e o outro comigo mesma (não foi fácil), porque tive uns probleminhas e não tinha mais tempo. Vou mostrar um pouquinho do dois pra vocês, especialmente porque tirei notas altas nos dois!
 O primeiro foi esse, na verdade eram vários exercícios então só vou colocar algumas fotos.

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Livro – ISMOS

Em 14 de novembro de 2014   Arquivado em Cinema, Livros
Esse foi mais um livro que li pra faculdade, pra matéria de Estética e Cultura, ele é um livro interessante porque mostra os ismos dos filmes desde o cinema mudo até os dias de hoje. Existe também desta mesma coleção os ismos da moda, da arte, e de outros e eu acho que ele e deu uma lista muito boa de filmes que fizeram história.
Título Original: Isms: Understanding Cinema
Ano: 2010
Autor: Ronald Bergan
Editora: Editora Globo
Sinopse: A partir dos primeiros clássico do cinema mudo, este livro abrange toda a trajetória do cinema – desde a “época de ouro” de Hollywood, passando pela Nouvelle Vague francesa até chegar aos gêneros mais recentes, como o Minimalismo Asiático.
Cada capítulo aborda um movimento específico e explica o contexto de seu surgimento, o período histórico em que se desenvolveu, os principais diretores e os filmes que melhor representam a estética. Outros elementos que ajudam a compreender cada gênero são as indicações de suas obras-chave e principais características, alem da menção de estilos semelhantes ou antagônicos.
Com uma abundância de imagens, o livro proporciona um olhar panorâmico que permite compreender os caminhos da sétima arte. Dos filmes com temática adolescente a estéticas específicas, como o Expressionismo e o Cinema Noir, as grandes escolas são apresentadas de maneira clara e didática, com o objetivo de oferecer os instrumentos para o leitor explorar a riqueza do cinema.
Minha Opinião: Ele é um livro que te esclarece e te ajuda a perceber as tendências estéticas quando se esta assistindo um filme. Porém ele pode se tornar cansativo de ler, então eu recomendo lê-lo de forma pausada, capítulo por capítulo, e assistir os filmes que mais interessarem. Não leiam este livro pesando em termina-lo logo, pois isso pode mudar sua opinião completamente.

Livro – Espelho Partido

Em 05 de novembro de 2014   Arquivado em Cinema, Livros
Expliquei em outro post que uma das minhas matérias este semestre é Documentário I e. como em toda boa faculdade, temos que ler muitos livros (além de assistir muitos filmes). Um dos livros de documentário e este, Espelho Partido, terminei de ler ele e achei interessante postar aqui para quem se interessar mais pelo assunto.
Autor: Silvio Da-Rin
Editora: Azougue Editorial
Ano: 2004
Sinopse: Silvio Da-Rin é um dos raros profissionais de cinema a unir talento técnico com brilho e rigor teórico. É o que constatamos em Espelho Partido, um percurso fascinante por filmes, teorias e diretores que marcaram a história do documentário na disputa em torno de um objeto muito especial: o real e sua representação. Para contar essa história, do cinema que duplica, rivaliza e constrói a própria realidade, Da-Rin recupera as origens de uma tradição eu tem como principais personagens o pioneiro francês Lumière, o americano Robert Flaherty e o propagandista inglês Grierson. E então, prossegue com as linhas de desafio e transformação dessa tradição: do demolidor Dziga Vertov às polêmicas em torno do cinema-verdade e do cinema direto, passando pelas novas tecnologias da captação de som e o extraordinário cinema de Jean Rouch. Espelho Partido revela ainda uma outra história do documentário no Brasil, uma linha igualmente apaixonante e seminal: o pioneiro Alberto Cavalcanti, o cinema experimental de Arthur Omar demolindo certezas com seus filmes-manifestos, o documentário paródico de Jorge Furtado seduzindo o espectador para nocauteá-lo, e o momento mais inventivo do documentário de Eduardo Coutinho. Não é todo dia eu se reinventa a história! E lendo este ensaio, o leitor descobrirá porque Espelho Partido, antes mesmo de sua publicação, tornou-se uma referência para os estudos do documentário no Brasil.
Minha Opinião: É um livro cansativo de ler, demorei muito pra terminar e é preciso atenção para entender, porém quando se presta atenção pode se tornar um assunto interessantíssimo.
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