Livros de Novembro

Em 01 de dezembro de 2015   Arquivado em Livros

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Até mais, e obrigado pelos peixes!

Título Original: So Long, and Thanks for All the Fish

Autor: Douglas Adams

Editora: Sextante

Sinopse: Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer as mais extraordinárias criaturas, Arthur está de volta ao seu planeta. Tudo parece igual, mas ele descobre que algo muito estranho aconteceu na sua ausência. Curioso pelo fato e apaixonado por uma garota tão estranha quanto o que quer que tenha acontecido, ele parte em busca de uma explicação.

Minha Opinião: O fim de uma viagem emocionante e muito, mas muito mesmo, louca. Se você leu todos os outros livros, vai gostar de ler e saber o que aconteceu com Arthur, Ford e algumas figuras novas que aparecem para dar esse desfecho, tão loucas quanto a história toda. Eu gostei desse final, apesar de ser bem diferente do que eu imaginava.

 

Os famosos e os duendes da morte

Autor: Ismael Caneppele

Editora: Iluminuras

Sinopse: É um livro sobre a vida de um garoto adolescente e suas experiências. Ele observa as ruas, experimenta coisa como baseado, álcool, desejo e sexualidade e o livro narra como isso pode ser confuso para essa idade.

Minha Opinião: Esse foi um livro que tive que ler para as aulas de Literatura e Narrativa Moderna. Não gostei muito do livro, como história, talvez por já ter passado da idade do personagem, porém gostei da forma confusa que ele escreve e usa elementos do que está em volta do personagem para mostrar como ele se sente ou vê as coisas.

 

Protocolo Bluehand: Alienígenas

Autores: Eduardo Spohr, Alexandre Ottoni e Deive Pazos

Editora: Nerd Books

Sinopse: O Protocolo Bluehand é um conjunto de diretrizes e conhecimentos que farão a diferença na subsistência e resistência contra os mais diversos perigos ignorados pelo senso comum social.

O codinome Bluehand nasceu no site Jovem Nerd como sinônimo de uma pessoa curiosa e interessada, o típico nerd, aquele sujeito que, por sua inteligência e sapiência, torna-se-ia indispensável em uma situação de emergência.

No entanto, esse termo deve ser extrapolado acima de um único indivíduo, se a raça humana aspira sobreviver a um evento de proporções cataclísmicas. Quem devemos procurar em uma sociedade fragmentada pela obliteração de organizações políticas, civis e militares? Se você leu este livro, já sabe a resposta.

Minha Opinião: Não tem como não gostar de um livro desse, pois ele, além de te fazer ter horas de uma boa leitura, te prepara para as situações mais adversas das quais não imaginamos passar nunca na vida, mas vai que? Eu prefiro não me arriscar e estar preparada pra alienígenas, zumbis e toda essa loucura, afinal é melhor prevenir do que remediar. Um livro que traz referências históricas, comprovações e alguns boatos, mas ele deixa bem claro o que foi comprovado e o que não foi. Achei interessante ler e saber várias coisas diferentes como as espécies alienígenas e o que elas querem com a Terra, afinal nunca vi nada, mas também não sou cega ao ponto de achar que podemos ser os únicos no universo. Um livro muito interessante e que gostei, mas acho que vou gostar mais ainda do Protocolo Bluehand: Zumbis.

 

Story – Substânica, Estrutura, Estilo e os Princípios da Escrita de Roteiro

Título Original: Story – Substance, Structure, Style and the Principles of Screenwriting

Autor: Robert McKee

Editora: Arte e Letra

Sinopse: Diferentemente de outros livros sobre escrita de roteiros, Story é sobre forma, não fórmula. Empregando exemplos de mais de cem filmes, McKee usa uma filosofia que vai além das rígidas regras para identificar elementos mais elucidativos que distinguem estórias de qualidade de outras. Começando com definições básicas, McKee não apenas desvenda brilhantemente os mistérios da estrutura padrão de três atos, mas também desmistifica estruturas incomuns como as de dois atos, sete atos e oito atos. Expõe as limitações de cada gênero, ressaltando a importância do tema, ambiente e atmosfera; e enfatiza a importância de personagem versus caracterização.

Minha Opinião: É um livro cheio de detalhes sobre como escrever um bom roteiro, etapa por etapa, com exemplos de filmes e roteiristas. Mostra com bastante objetividade o que funciona e o que não funciona e guia um jovem roteirista ao sucesso. Como sempre, entra livro e sai livro e continuo não gostando de roteiro, mas esse é um dos livros mas indicados quando se trata dessa matéria pela qual não tenho nenhum apreço.

 

Cinquenta Tons de Liberdade

Título Original: Fifty Shades Freed

Autora: E. L. James

Editora: Intrinseca

Sinopse: Quando Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey; teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas práticas sexuais de Christian, Ana exige um compromisso mais sério. Determinado a não perdê-la, ele concorda.

Agora Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades à sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele deve aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar dos fantasmas do passado.

Quando finalmente parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, o destino muda mais uma vez, e os piores medos de Ana podem se tornar realidade.

Minha Opinião: Hoje vejo muitas coisas que não gosto nessa série, como a submissão dela, o ciúme e como tudo acontece muito rápido, mas confesso que foi bom, mesmo depois de muito tempo, ler esse terceiro volume e ter um final para essa história.

 

The Wonderful Wizard of Oz

Autor: L. Frank Baum

Editora: Collins Classics

Sinopse: Swept away from her home in Kansas by a tornado, Dorothy and her dog Toto find themselves stranded in the fantastical Land of Oz. As instructed by the Good Witch of the North and the Munchkins, Dorothy sets off on the yellow brick road to try and find her way to the Emerald City and the Wizard of Oz. With her companions the Scarecrow, the Tin Woodman and the Cowardly Lion, she experiences an adventure full of friendship, magic and danger. A much-loved children’s classic, The Wonderful Wizard of Oz continues to delight readers young and old with its enchanting tale of witches, flying monkeys and silver shoes.

Minha Opinião: Não sei como demorei tanto tempo para ler esse clássico. Li o pocket em inglês e comecei ele na viagem, mas terminei aqui mesmo (lá não tinha muito tempo), e descobri que gosto do livro tanto quanto dos filmes. Uma história cheia de elementos que nos mostram a humildade, ajuda e companheirismo (inclusive dos bichos com os humanos). Gosto da forma como o grupo vai se formando e sempre gostei dos personagens. Uma história que merece ser chamada de clássico e que eu acho que todos deveriam ler pelo menos uma vez na vida.

 

A Rainha dos Cárceres da Grécia

Autor: Osman Lins

Editora: Companhia das Letras

Sinopse: Um obscuro professor secundário de biologia tenta, dia após dia, interpretar o único romance escrito por sua falecida amante, Julia Marquezim Enone, chamado A Rainha dos Cárceres da Grécia. Durante a leitura do professor, dua voz se mistura com a de sua musa, e ambas se dissolvem na trajetória da personagem-narradora criada por Julia, a delirante Maria de França, que empreende uma jornada kafkiana pelos labirintos do INPS em busca da aprovação de sua aposentadoria por invalidez.

Maria de França narra sua saga em ritmo delirante, sem distinguir tempo nem espaço. Em suas alucinações, perde-se entre os meandros da burocracia da Recife dos anos 1970 e Pernambuco da época de Nassau. Dentro de Maria de França vive ainda Ana, A Rainha dos Cárceres da Grécia, verdadeira lenda que comete toda sorte de contravenção com o único objetivo de voltar a ser sempre capturada e confinada em presídios.

Ana dribla leis, tribunais e juízes para conseguir o perdão, que lhe concederá a chance de cometer novos delitos e ser presa outra vez. Mulher que conhece, no tramado da força e da administração, todas as saídas, ela alcança o que Maria de França nunca alcançará: move-se com desenvoltura no mundo burocrático, talvez simples metáfora do mundo.

Minha Opinião: Li para a faculdade (Literatura e Narrativa Moderna) e gostei do livro, e principalmente do livro dentro do livro. O Narrador personagem é quem fala sobre o livro de Maria de França, o que me fez querer ler o livro de Maria de França. Gosto da história dela e do narrador, dele ter sido avisado que os temores de Julia era que ficassem loucos os que lessem sua obra e este é o fim do narrador. Não gosto muito quando ele entra muito a fundo nos assuntos e pesquisas para tentar dar um significado para o livro, mas gosto bastante quando, mais para o final, vemos que o modo como ele escreve, com devaneios e desvios, nos faz perceber que a loucura chegou para ele também.

Livros – Série Millennium

Em 16 de agosto de 2013   Arquivado em Livros
Demorei um pouquinho mas terminei os 3 livros da série Millennium há um tempinho, mas vou postar mesmo assim. São livros grandes, porém com uma história que chama a atenção e te faz querer terminar de ler.
Os homens que não amavam as mulheres
Título Original: Män som hatar kvinnor
Editora: Companhia das Letras
Autor: Stieg Larsson
Ano: 2005
Sinopse: Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o veelho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.
Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados – de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois…. até um momento presente, desconfortavelmente presente
Minha Opinião: Um livro excelente, te prende a história e te faz querer saber o q realmente aconteceu com Harriet. O filme também é muito bom (o sueco claro).
A menina que brincava com fogo 
Título Original:  Flickan som lekte med elden
Editora: Companhia das Letras
Autor: Stieg Larsson
Ano: 2006
Sinopse: Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, que sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes – um Colt 45 Magnum – não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis – e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados.
A menina que brincava com fogo segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.
Minha Opinião: Com esse livro começamos a entender um pouco da história de Lisbeth e quando acaba queremos saber ainda mais.
A Rainha do Castelo de ar
Título Original: Luftslottett son sprangdes
Editora: Companhia das Letras
Autor: Stieg Larsson
Ano: 2009
Sinopse: Mikael Blomkvist está furioso. Furioso com o serviço secreto sueco, que, para proteger um assassino, internou Lisbeth Salander – na época com apenas doze anos – num hospital psiquiátrico e depois deu um jeito de declara-la incapaz. Furioso com a polícia que agora quer indiciar Lisbeth por uma série de crimes que ela não cometeu. Furioso com a imprensa, que se compraz em pintar a moça como psicopata e lésbica satânica. Furioso com a promotoria pública, que pretende pedir que ela seja internada de novo, desta vez – ao que parece – para semprel.
Enquanto Lisbeth recupera-se, num hospital, de ferimentos que quase lhe tiraram a vida, Mikael procura conduzir uma investigação paralela que prove a inocência de sua amiga. Mas a jovem não fica parada, e muito mais do que uma chance para defender-se, ela quer uma oportunidade para dar o troco. Com a ajuda de Mikael, Lisbeth está muito perto de desmantelar um plano sórdido que durante anos se articulou nos subterrânios do Estado sueco, um complô em cujo o centro está o pai dela, um perigoso espião russo que ela já tentou matar. Duas vezes.
Minha Opinião: Finalmente entendemos tudo e ficamos torcendo junto com o decorrer dos fatos. Fiquei feliz com o final, até porque ainda te deixa com uma pontinha de curiosidade.
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